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sábado, 6 de abril de 2013

cora coralina


Cora Coralina , pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985), é a grande poetisa do Estado de Goiás. Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa". Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP). Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.

Sintam a admiração do poeta, manifestada em carta dirigida a Cora em 1983:

"Minha querida amiga Cora Coralina: Seu "Vintém de Cobre" é, para mim, moeda de ouro, e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado. É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado. Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e que lirismo identificado com as fontes da vida! Aninha hoje não nos pertence. É patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia ( ...)." Editado pela Universidade Federal de Goiás, em 1983, seu novo livro "Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha", é muito bem recebido pela crítica e pelos amantes da poesia. Em 1984, torna-se a primeira mulher a receber o Prêmio Juca Pato, como intelectual do ano de 1983. Viveu 96 anos, teve seis filhos, quinze netos e 19 bisnetos, foi doceira e membro efetivo de diversas entidades culturais, tendo recebido o título de doutora "Honoris Causa" pela Universidade Federal de Goiás. No dia 10 de abril de 1985, falece em Goiânia. Seu corpo é velado na Igreja do Rosário, ao lado da Casa Velha da Ponte. "Estórias da Casa Velha da Ponte" é lançado pela Global Editora. Postumamente, foram lançados os livros infantis "Os Meninos Verdes", em 1986, e "A Moeda de Ouro que um Pato Comeu", em 1997, e "O Tesouro da Casa Velha da Ponte", em 1989.

Texto extraído do livro "Vintém de cobre - Meias confissões de Aninha", Global Editora — São Paulo, 2001, pág. 174.






BIOGRAFIA
O amor na velhice
Por: Olympia Salete Rodrigues
   A Cora Coralina que todos conhecemos: aquela mulher que se descobriu poeta já bem velhinha, depois de uma vida de luta, inclusive com um casamento desastroso que ela carregou corajosamente e, só após a morte do marido, conseguiu se ver em sua enorme e verdadeira dimensão, como mulher e como poeta.

Escolhi este poema para ilustrar este Artigo por dois motivos: o primeiro por pensar exatamente como ela ao entregar o amor ao amado. O amor tem que ser entregue SEMPRE, mesmo que não seja aceito. Porque o amor só se torna concreto se chega às mãos do ser amado. E, se não entregamos o amor que sentimos, esse amor fica maculado e se deforma, pois foi sonegado, o que, em matéria de amor, é crime sem perdão. O segundo motivo de minha escolha é colocar para todos que me lêem reflexões sobre o amor na velhice, um direito de todos nem sempre respeitado.

Uso sempre a palavra velho (ou velha)... Não gosto, quem me lê já sabe, de idoso ou terceira idade... Ai, isso até me dói.... rs..., pela tentativa de falsidade que encerra. A palavra velho implica numa carga de sabedoria e experiência que nos dá a vida à medida em que vivemos. E dessa carga também quero falar.

Eu, pessoalmente, recebo uma série de observações que poderiam até parecer desagradáveis e indelicadas. Só que não as sinto assim porque as acolho com serenidade. Por falar eu de amor, e por amar de verdade, muita gente entende que sou atrevida, ridícula, inconseqüente etc. etc.... E, o estranho disso é que não ouço tais críticas de pessoas jovens, mas de pessoas que estão caminhando para o auge da maturidade cronológica e atribuem a mim os fantasmas da própria velhice que se aproxima. Os jovens, em geral, admiram minha coragem de amar e declarar meu amor. Para eles, quase sempre, a idade fica em segundo plano, não influi na relação ou no diálogo. Mais ainda, eles até se declaram egoístas, querendo aprender e sorver a sabedoria do velho com quem se relacionam como amores ou como amigos. Daí eu concluir que aqueles que tentam anular o direito de amar dos velhos, estão apenas refletindo neles seus próprios medos, sua incapacidade de amadurecer o amor na medida em que amadurecem em idade.

É simples encarar a equação. Ninguém, em seu perfeito juízo, negaria ao velho os direitos todos que a vida lhe dá: comer, dormir, divertir-se, trabalhar, enfim, exercer plena e conscientemente a vida que pulsa. Por que negar-lhes o direito ao amor e ao sexo? Se isso fosse normal, certamente esses desejos legítimos e saudáveis se arrefeceriam com o passar do tempo. Se não arrefecem é porque a natureza sábia reconhece sua validade. E, pelo que constatamos, a libido não tem mesmo idade... Ela pede e grita no velho como pedia e gritava no jovem que ele foi. E como aceitar uma restrição que venha de fora? Como ceder à pressão e se enclausurar, renunciar a viver esse lado exultante do eu?

Pensemos um pouco em nossos antepassados: pais, avós, familiares que se entregaram a um marasmo na velhice por não terem força para lutar contra preconceitos terríveis e tão propalados que eles próprios os assumiam. O homem era até mais prejudicado, pois vivia perseguido pela "fatalidade" da impotência "obrigatória" depois de certa idade. E a grande maioria ficava impotente mesmo, pelo poder da sugestão. Os progressos da medicina vieram em seu socorro e hoje o problema, se aparece, é contornável. As mulheres não eram estigmatizadas por essa terrível previsão, mas o eram pelos preconceitos e se fechavam em conchas a partir de certa idade, acreditavam que a menopausa as tornaria menos fêmeas e menos desejáveis. E está fechado o círculo: casais velhos, frustrados e infelizes, apenas sentados indefesos na sala de espera da morte. E assim vimos ou temos notícias de tantos entes queridos que definharam depois de nos darem a vida, a educação, a sua sabedoria, para que seguíssemos felizes os nossos caminhos. E eu pergunto: isso é justo?

Convoco os ainda jovens para que abram suas mentes e preparem seu futuro de velhos. Só assim chegarão à velhice com a dignidade e a sabedoria que torna os velhos realistas, felizes e seguros. Seus preconceitos de hoje, se existem, os tornarão certamente velhos amargos, vítimas de si mesmos, das crenças errôneas que acumularam e deixaram que se cristalizassem.

Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos, esclarecer aos jovens suas posições e mostrar-lhes as verdades que viveram e que os tornaram melhores. Entreguemos o amor ao ser amado, sem vergonha e sem medo, e vivamos esse amor intensa e completamente, na alma e no corpo. Se disserem que idade não é documento..., mostremos que é sim, documento importante porque repleto de experiência e de aprendizagens muitas vezes à custa de sofrimento. Somos todos lindos, independente de aparência física, porque é linda nossa alma e linda a nossa coragem de amar! Portanto, não nos enterremos antes da hora. Vivamos, vivamos! No momento certo, outros nos enterrarão, gratos pelas lições que lhes deixamos.

Cora Coralina escreveu esse poema quando era muito mais velha que eu. Tinha o rosto enrugado, o corpo alquebrado e maltratado pela vida, mas tinha a alma lisa e pura, apesar das pauladas que certamente levou, e tinha, ao escrever, a certeza de sua grandeza como ser humano, um coração que pulsava no ritmo da própria idade. Por isso admitia que o amado a aceitasse ou não, interessava apenas torná-lo feliz por saber-se amado. Que o verdadeiro amor só quer dar!

E termino louvando essa brasileira que soube morrer amando. Exatamente como eu quero morrer, orgulhosa e valente...


CORA CORALINA, QUEM É VOCÊ?


Sou mulher como outra qualquer.
Venho do século passado
e trago comigo todas as idades.
Nasci numa rebaixa de serra
Entre serras e morros.
“Longe de todos os lugares”.
Numa cidade de onde levaram
o ouro e deixaram as pedras.
Junto a estas decorreram
a minha infância e adolescência.
Aos meus anseios respondiam
as escarpas agrestes.
E eu fechada dentro
da imensa serrania
que se azulava na distância
longínqua.
Numa ânsia de vida eu abria
O vôo nas asas impossíveis
do sonho.
Venho do século passado.
Pertenço a uma geração
ponte, entre a libertação
dos escravos e o trabalhador livre.
Entre a monarquia caída e a república
que se instalava.
Todo o ranço do passado era presente.
A brutalidade, a incompreensão, a ignorância, o carrancismo.
Os castigos corporais.
Nas casas. Nas escolas.
Nos quartéis e nas roças.
A criança não tinha vez,
Os adultos eram sádicos
aplicavam castigos humilhantes. 
Tive uma velha mestra que já
havia ensinado uma geração
antes da minha.
Os métodos de ensino eram
antiquados e aprendi as letras
em livros superados de que
ninguém mais fala.
Nunca os algarismos me
entraram no entendimento.
De certo pela pobreza que marcaria
Para sempre minha vida.
Precisei pouco dos números.
Sendo eu mais doméstica do
que intelectual,
não escrevo jamais de forma
consciente e racionada, e sim
impelida por um impulso incontrolável.
Sendo assim, tenho a
consciência de ser autêntica.
Nasci para escrever, mas, o meio,
o tempo, as criaturas e fatores
outros, contra-marcaram minha vida.
Sou mais doceira e cozinheira
Do que escritora, sendo a culinária
a mais nobre de todas as Artes:
objetiva, concreta, jamais abstrata
a que está ligada à vida e
à saúde humana.
Nunca recebi estímulos familiares para ser literata.
Sempre houve na família, senão uma
hostilidade, pelo menos uma reserva determinada
a essa minha tendência inata.
Talvez, por tudo isso e muito mais,
sinta dentro de mim, no fundo dos meus
reservatórios secretos, um vago desejo de analfabetismo.
Sobrevivi, me recompondo aos
bocados, à dura compreensão dos
rígidos preconceitos do passado.
Preconceitos de classe.
Preconceitos de cor e de família.
Preconceitos econômicos.
Férreos preconceitos sociais.
A escola da vida me suplementou
as deficiências da escola primária
que outras o destino não me deu. 
Foi assim que cheguei a este livro
Sem referências a mencionar.
Nenhum primeiro prêmio.
Nenhum segundo lugar.
Nem Menção Honrosa.
Nenhuma Láurea.
Apenas a autenticidade da minha
poesia arrancada aos pedaços
do fundo da minha sensibilidade,
e este anseio:
procuro superar todos os dias
Minha própria personalidade
renovada,
despedaçando dentro de mim
tudo que é velho e morto.
Luta, a palavra vibrante
que levanta os fracos
e determina os fortes.
Quem sentirá a Vida
destas páginas...
Gerações que hão de vir
de gerações que vão nascer.
(Meu Livro de Cordel, p.73 -76, 8°ed, 1998)

MINHA TARSILA DO AMARAL

TARSILA DO AMARAL


INFÂNCIA E APRENDIZADO

Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, no Município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha do fazendeiro José Estanislau do Amaral e de Lydia Dias de Aguiar do Amaral, passou a infância nas fazendas de seu pai. Estudou em São Paulo, no Colégio Sion e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro, 'Sagrado Coração de Jesus', 1904. Quando voltou, casou-se com André Teixeira Pinto, com quem teve a única filha, Dulce.
Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos em arte. Começou com escultura, com Zadig, passando a ter aulas de desenho e pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde conheceu Anita Malfatti. Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien e com Émile Renard. Ficou lá até junho de 1922 e soube da Semana de Arte Moderna (que aconteceu em fevereiro) através das cartas da amiga Anita Malfatti. Quando voltou ao Brasil, Anita a introduziu no grupo modernista e Tarsila começou a namorar o escritor Oswald de Andrade. Formaram o grupo dos cinco: Tarsila, Anita, Oswald, o também escritor Mário de Andrade e Menotti Del Picchia. Agitaram culturalmente São Paulo com reuniões, festas, conferências. Tarsila disse que entrou em contato com a arte moderna em São Paulo, pois antes ela só havia feito estudos acadêmicos. Em dezembro de 22, ela voltou a Paris e Oswald foi encontrá-la.

1923

Neste ano, Tarsila encontrava-se em Paris acompanhada do seu namorado Oswald. Conheceram o poeta franco suíço Blaise Cendrars, que apresentou toda a intelectualidade parisiense para eles. Foi então que ela estudou com o mestre cubista Fernand Léger e pintou em seu ateliê, a tela 'A Negra'. Léger ficou entusiasmado e até chamou os outros alunos para ver o quadro. A figura da Negra tinha muita ligação com sua infância, pois essas negras eram filhas de escravos que tomavam conta das crianças e, algumas vezes, serviam até de amas de leite. Com esta tela, Tarsila entrou para a estória da arte moderna brasileira. A artista estudou também com Lhote e Gleizes, outros mestres cubistas. Cendrars também apresentou a Tarsila pintores como Picasso, escultores como Brancusi, músicos como Stravinsky e Eric Satie. E ficou amiga dos brasileiros que estavam lá, como o compositor Villa Lobos, o pintor Di Cavalcanti, e os mecenas Paulo Prado e Olívia Guedes Penteado.
Tarsila oferecia almoços bem brasileiros em seu ateliê, servindo feijoada e caipirinha. E era convidada para jantares na casa de personalidades da época, como o milionário Rolf de Maré. Além de linda, vestia-se com os melhores costureiros da época, como Poiret e Patou. Em uma homenagem a Santos Dumont, usou uma capa vermelha que foi eternizada por ela no auto-retrato 'Manteau Rouge', de 1923.

PAU BRASIL

Em 1924, Blaise Cendrars veio ao Brasil e um grupo de modernistas passou com ele o Carnaval no Rio de Janeiro e a Semana Santa nas cidades históricas de Minas Gerais. No grupo estavam além de Tarsila, Oswald, Dona Olívia Guedes Penteado, Mário de Andrade, dentre outros. Tarsila disse que foi em Minas que ela viu as cores que gostava desde sua infância, mas que seus mestres diziam que eram caipiras e ela não devia usar em seus quadros. 'Encontei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Mas depois vinguei-me da opressão, passando-as para as minhas telas: o azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, ...' E essas cores tornaram-se a marca da sua obra, assim como a temática brasileira, com as paisagens rurais e urbanas do nosso país, além da nossa fauna, flora e folclore. Ela dizia que queria ser a pintora do Brasil. E esta fase da sua obra é chamada de Pau Brasil, e temos quadros maravilhosos como 'Carnaval em Madureira', 'Morro da Favela', 'EFCB', 'O Mamoeiro', 'São Paulo', 'O Pescador', dentre outros.
Em 1926, Tarsila fez sua primeira Exposição individual em Paris, com uma crítica bem favorável. Neste mesmo ano, ela casou-se com Oswald (o pai de Tarsila conseguiu anular em 1925 o primeiro casamento da filha para que ela pudesse se casar com Oswald). Washington Luís, o Presidente do Brasil na época e Júlio Prestes, o Governador de São Paulo na época, foram os padrinhos deles.

ANTROPOFAGIA

Em janeiro de 1928, Tarsila queria dar um presente de aniversário especial ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o 'Abaporu'. Quando Oswald viu, ficou impressionado e disse que era o melhor quadro que Tarsila já havia feito. Chamou o amigo e escritor Raul Bopp, que também achou o quadro maravilhoso. Eles acharam que parecia uma figura indígena, antropófaga, e Tarsila lembrou-se do dicionário Tupi Guarani de seu pai. Batizou-se o quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropófago. E Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e fundaram o Movimento Antropofágico. A figura do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir, engolir, a cultura européia, que era a cultura vigente na época, e transformá-la em algo bem brasileiro.
Outros quadros desta fase Antropofágica são: 'Sol Poente', 'A Lua', 'Cartão Postal', 'O Lago', 'Antropofagia', etc. Nesta fase ela usou bichos e paisagens imaginárias, além das cores fortes.
A artista contou que o Abaporu era uma imagem do seu inconsciente, e tinha a ver com as estórias de monstros que comiam gente que as negras contavam para ela em sua infância. Em 1929 Tarsila fez sua primeira Exposição Individual no Brasil, e a crítica dividiu-se, pois ainda muitas pessoas ainda não entendiam sua arte.
Ainda neste ano de 1929, teve a crise da bolsa de Nova Iorque e a crise do café no Brasil, e assim a realidade de Tarsila mudou. Seu pai perdeu muito dinheiro, teve as fazendas hipotecadas e ela teve que trabalhar. Separou-se de Oswald.

SOCIAL E NEO PAU BRASIL

Em 1931, já com um novo namorado, o médico comunista Osório Cesar, Tarsila expôs em Moscou. Ela sensibilizou-se com a causa operária e foi presa por participar de reuniões no Partido Comunista Brasileiro com o namorado. Depois deste episódio, nunca mais se envolveu com política. Em 1933 pintou a tela 'Operários'. Desta fase Social, temos também a tela 'Segunda Classe'. A temática triste da fase social não fazia parte de sua personalidade e durou pouco em sua obra. Ela acabou com o namoro com Osório, e em meados dos anos 30, Tarsila uniu-se com o escritor Luís Martins, mais de vinte anos mais novo que ela. Ela trabalhou como colunista nos Diários Associados por muitos anos, do seu amigo Assis Chateaubriand. Em 1950, ela voltou com a temática do Pau Brasil e pintou quadros como 'Fazenda', 'Paisagem ou Aldeia' e 'Batizado de Macunaíma'. Em 1949, sua única neta Beatriz morreu afogada, tentando salvar uma amiga em um lago em Petrópolis.
Tarsila participou da I Bienal de São Paulo em 1951, teve sala especial na VII Bienal de São Paulo, e participou da Bienal de Veneza em 1964. Em 1969, a mestra em história da arte e curadora Aracy Amaral realizou a Exposição, 'Tarsila 50 anos de pintura'. Sua filha faleceu antes dela, em 1966.
Tarsila faleceu em janeiro de 1973.

 

 

 

Curiosidades

Tarsila adorava bichos. Ela tinha 40 gatos quando criança na fazenda. Uma delas, uma gatinha branca, chamava-se Falena.

Tarsila ficou amiga de Chico Xavier nos anos 60, depois da morte de sua única filha, Dulce (que morreu em 1966 de diabetes).
Beatriz, a única neta de Tarsila já tinha falecido no final dos anos 40, afogada. Chico Xavier trouxe a ela muita paz espiritual. Eles trocavam muitas cartas e sempre que estava em São Paulo, Chico visitava Tarsila.

ELVIS PRESLEY VIDA E OBRA


Elvis Presley
Elvis Aaron Presley, nas circunstâncias mais humildes, nasceu para Vernon e Gladys Presley em uma casa de dois quartos em Tupelo, Mississipi no dia 8 de janeiro de 1935. Seu irmão gêmeo, Jessie Garon, nasceu morto, e Elvis cresceu como filho único. Ele e seus pais se mudaram para Memphis, Tennessee em 1948, e Elvis lá se formou na Humes High School em 1953.

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.







Mandamentos das mulheres celtas

Mandamentos das mulheres celtas

                                   Mandamentos das mulheres celtas 

As mulheres de origem celta eram criadas tão livremente como os homens. A elas era dado o direito de escolherem seus parceiros e nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não queriam.

Eram ensinadas a trabalhar para que pudessem garantir seu sustento, bem como eram excelentes amantes, donas de casa e mães. 

Assim aprendiam:"Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem um para o outro o que a Deusa Mãe ensinou: amor, companheirismo e amizade. Jamais permita que algum homem a escravize. 


Você nasceu livre para amar, e não para ser escrava.

Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por que sofrer?


Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca fará você sorrir.

Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado. Saiba que o corpo é a moradia do espírito, por que mantê-lo aprisionado?



Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe.

Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você.

Jamais permita ouvir gritos em seus ouvidos. O Amor é o único que pode falar mais alto.

Jamais permita que paixões desenfreadas transformem você de um mundo real para outro que nunca existiu.

Jamais permita que outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo. 

Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.

Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai.

Jamais permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida.

Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la.

Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você.

Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio,  , o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe em você.

E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade ser mulher.

A sexualidade das mulheres celtas

A sexualidade das mulheres celtas


A beleza das mulheres celtas foi decantada pelos autores clássicos.
Seu ar imponente, suas vestes e adereços deveriam fazer delas uma visão sem dúvida formidável aos olhos de gregos e romanos.


Orgulhosas, elas usavam jóias em ouro, contas e pedras preciosas, e a igualdade de direitos lhes dava ainda mais força. 

A sexualidade não era algo de que os celtas se envergonhassem, pelo contrário: nas palavras de Diodorus Siculus, "elas geralmente cedem sua virgindade a outros e isto não é visto como uma desgraça: pelo contrário, elas se sentem ofendidas quando seus favores são recusados". 

Jean Markale em seu livro La Femme Celte. Mythe et Sociologie nos explica que a sexualidade – principalmente a feminina -, era tratada com naturalidade, pois ela é inerente a natureza humana e não podia ser reprimida o que infelizmente, a partir do século V com a chegada do bispo Patrício e do cristianismo passou a receber a conotação pecaminosa, conceito imposto pelo cristianismo. 

Numa sociedade onde a mulher é senhora de seu próprio corpo – ela percebe em si os ciclos da natureza, ela dá à luz homens e mulheres e, sabe que o seu corpo é a fonte de seu prazer como a de seu companheiro. 

Há um grau de liberdade muito grande entre os celtas, já que a mulher pode dispor de seus bens, pode divorciar-se e pode ou não aceitar as concubinas do marido, podendo ela também – 
dependendo de sua riqueza e posição social manter amantes.

Na sociedade Celta, são atribuídas à mulher três funções: ela é a Transformadora, a Iniciadora e a Finalizadora. 

É pela liberdade de poder vivenciar a sua sexualidade que ela pode:
Transformar: a vida, dando à luz e dando prazer a si e ao seu companheiro; 

Iniciar: nas artes divinatórias, nas práticas sexuais e por fim ser a
Finalizadora: a que faz chegar ao prazer e a que conduz ao outro mundo.

A consciência do próprio corpo – o conhecimento profundo de cada parte, de cada ciclo, de cada ponto onde se pode obter prazer – era comum entre as mulheres celtas que quando sentiam desejo por um homem, lhe ofereciam prazerosamente, a "amizade de suas coxas".

Mas toda essa liberdade para amarem e viverem em plenitude a sua sexualidade advém de uma consciência e uma responsabilidade para consigo e para com os outros membros de sua comunidade,o que contrasta com a repressão vivida pelas mulheres ocidentais hoje. 

A circularidade e visibilidade da mulher na sociedade celta eram naturais o que provavelmente chocou os cristãos que trataram de impor os seus conceitos: virgindade indispensável e repressão dos desejos e instintos sexuais femininos. 

Toda essa vivência é definida por Markale que resume e define a mulher celta e a sua sexualidade desta forma: 

"Se a mulher ocidental moderna não é livre, Isolda, Grainné e Deirdré eram mulheres livres. A mulher celta era livre porque agia com plena consciência de suas responsabilidades. E sendo livres eram capazes de amar, pois o amor era um sentimento que escapava a todas as contrariedades e a todas as leis surgidas da razão, sendo livres podiam amar."

Estas eram razões mais que suficientes (entre outras...)para o catolicismo não aceitar a religião celta, pois sendo uma religião descendente do tronco Judaico colocava a mulher como algo inferior, responsabilizando-a pela queda do homem, pela perda do paraíso. Na realidade o lado esotérico da religião hebraica baniu o elemento feminino já desde a própria Trindade. Todas as Trindades das religiões antigas continham um lado feminino, à excepção da hebraica.

A Igreja Católica, derivada do hebraísmo ortodoxo, também mostrou ser uma religião essencialmente machista e como tal lhe era intolerável a admissão de uma Deusa Mãe, mesmo que esta simbolizasse a própria natureza, tanto que para Igreja Católica, “seu” Deus é uma figura masculina.

Mesmo que o Catolicismo assumisse uma posição machista isto não foi ensinado e nem praticado por Jesus. Ele na realidade valorizou bem a mulher e, por sinal, existe um belíssimo evangelho apócrifo denominado "O Evangelho da Mulher". Também nos primeiros séculos do Cristianismo a participação feminina era bem intensa. 

Entre os principais livros do Gnosticismo dos primeiros séculos, conforme consta nos achados arqueológicos da Biblioteca de Nag Hammadi consta o Evangelho de Maria Madalena mostrando que os evangelistas não foram apenas pessoas do sexo masculino.

Sabe-se que o papel de subalternidade do lado feminino dentro do Cristianismo foi oficializado a partir do I Concilio de Nicéia no ano 325. Aquele concílio, entre outras intenções visou o banimento da mulher dos actos litúrgicos da igreja. Ela só podia participar numa condição de subserviência.

Na sociedade celta existiam as sacerdotisas que exerciam um papel mais relevante que a dos sacerdotes e magos. Naturalmente os celtas eram muito apegados à fertilidade, ao crescimento da família e ao aumento da produção dos animais domésticos e dos campos de produção e isto estava ligado directamente ao lado feminino da natureza.

Também a mulher é mais sensitiva do que o homem no que diz respeito às manifestações do sobrenatural, do lado sagrado da vida, portanto é obvio que elas canalizassem mais facilmente a energia nos cerimoniais, que fossem melhores intermediárias nas cerimónias sagradas. 

Sabemos que foi através da Mulher que os povos Celtas se organizaram. Algumas mulheres, sentindo em si mesmas o Espírito dos seus Ancestrais e dos Deuses divulgaram essa Mensagem tornando-se Voluspas. 

Leitora do Oráculo e seu eco místico, a Mulher tornou-se legisladora e, com isso, poderosa: a voz da Voluspa era a voz Divina que vinha do ventre da Terra e ecoava por todo o sistema cósmico.

HOROSCOPO DAS DEUSAS CELTAS


HORÓSCOPO DAS DEUSAS CELTAS

HORÓSCOPO DAS DEUSAS CELTAS
As Deusas Celtas regentes de seu signo revelam seus grandes segredos.
ROSANE VOLPATTO ÁRIES - MORRIGAN (Deusa da Guerra)
Morrigan, soberana, ardente e carismática, favorece essas virtudes nos
orgulhosos arianos.
Incita-os a recuperar a soberania sobre suas próprias vidas, convertendo-os
em donos de seu próprio destino.
Morrigan possui inúmeros poderes e quando invocada ajudará a todos,
principalmente às mulheres, a realizar sua própria magia. Use sua forma como
a de corvo ou gralha (figuras ou imagens), e velas pretas como uma
ferramenta mágica.
Jóias: prata, ouro, aço ou ferro.
Cor da roupa: branca, azul, vermelha ou preta.
Óleos: hissopo, pinho, óleo do amor, óleo de Cerridwen.
Ervas: urtiga, manjerona, pimenta, cominho, coentro.
Pedras: Ágata de fogo, topázio, granada, turmalina rosa, jaspe vermelho,
hematita, quartzo branco, ametista.
Ritual de proteção: Vista uma peça de roupa íntima vermelha nas terças
feiras ou queime um incenso de absinto e uma vela negra.
TOURO - ARIANRHOD (Deusa do Lar)
Na tradição celta, essa Deusa se apresentava de dupla forma, como Virgem e
Mãe, Padroeira da Lua, da Noite, da Sexualidade, da Justiça, da Magia e do
Destino. Mais tarde, é apresentada como uma Deusa-Mãe, girando a Roda de
Prata e transformando-a em uma barca lunar.
Como sua Deusa regente é um tipo de Deusa do Lar, que deseja que sua casa
seja aconchegante e cheia de amor.
É importante lembrar que cada aspecto da Deusa representa um aspecto que
você pode reconhecer dentro de si mesma. A conexão com a Deusa Arianrhod
poderá lhe ajudar a compreender a tarefa histórica da iniciação feminina.
Arianrhod chega na vida da taurina para revelar-lhe a visão do Jardim do
Éden Universal, a sua ilha Avalônica Celestial. É uma visão de harmonia e de
totalidade. É também, uma visão de justiça entre raças e espécies, onde os
dons da vida são incrivelmente bons, embora mortais e efêmeros e, onde você
poderá libertar sua afinidade emocional com a natureza.
Jóias: ouro e cobre.
Cor da roupa: rosa, verde, marrom ou bege.
Óleos: cidró, poção do amor, óleo de Cerridwen, rosa, nérole, gardênia.
Ervas: flor de maçã, bétula, amora-preta, erva-dos-gatos, margaridas, urze.
Pedras: Água marinha, coral, esmeralda, kunzita, lápis-lazuli, quartzo rosa,
amazonita, quartzo branco, ametista.
Ritual de proteção: Vista um peça do vestuário na cor verde-claro nas
sextas-feiras.
GÊMEOS - MAEVE (Deusa da Caça e da Guerra)
Das figuras femininas da Irlanda, Maeve é a mais espetacular. Ela era a
Deusa soberana da Terra com seu centro místico em Tara. Com o passar do
tempo à cultura irlandesa mudou sob a influência cristã e então, Maeve foi
reduzida a uma mera rainha mortal. Mas nenhuma mortal poderia ter sido como
ela, "intoxicante", uma mulher "embriagante", sedutora, que corria com os
cavalos conversava com os pássaros e levava os homens ao ardor de desejo
com um mero olhar.
Ela é a Rainha de Connacht, simboliza o poder feminino e é a personificação
da própria Terra e sua prosperidade. Maeve ajuda a ativar o gêmeo-selvagem
que vive dentro de você, permitindo que ele lhe traga grandes surpresas no
amor e no trabalho. Essa Deusa reforçará seu espírito inovador, ágil e
audaz.
Pedras: Ágata, coral, crisoprásio, topázio, citrino, olho de tigre, quartzo
branco, ametista.
Jóias: prata, estanho ou platina.
Cor da roupa: cinza, azul ou cor de alfazema.
Óleos: sândalo, jasmim, olíbano.
Ervas: dulcamara, cariz, cedro, madressilva, alfazema, valeriana.
Pedras: Ágata, coral, crisoprásio, topázio, citrino, olho de tigre, quartzo
branco, ametista.
Ritual de Proteção: abuse das bijuterias de prata e acenda uma vela cinza
todos os sábados para limpar seu campo astral.
CÂNCER - DANA (Deusa Tríplice do Lar e da Família)
Também conhecida como Danu, é a maior Deusa Mãe da mitologia celta. Seu nome
"Dan" significa conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como
a Deusa Don, enquanto que outras fontes equipararam-na à Deusa Anu. Na
Ibéria, a divindade suprema do panteão celta é considerada à senhora da luz
e do fogo. Era ela que garantia a segurança material, a proteção e a
justiça.
Dana é uma Deusa Tríplice Estelar que governava muitas tribos. Invoque-a a
uma estrela e ela procurará em todos os lugares um amor para você. Deixe a
energia do céu agir dentro de você e se entregue às suas mais simples
sensações e às suas mais complexas abstrações.
Jóias : prata, ouro, platina.
Cor da roupa: preta, roxa, azul-claro, prata ou cinza.
Óleos: sândalo, jasmim, óleo de Cerridwen, olíbano, mirra.
Ervas: rosa silvestre, coentro, anis-estrelado, nenúfar, língua de víbora,
rizoma de lírio.
Pedras: Turmalina verde, crisoprásio, aventurina, pedra da lua, turmalina
rosa, opala, rodocrozita, quartzo branco, esmeralda, ametista.
Ritual de proteção: Acenda três velas brancas para a Deusa Donzela, três
velas rosas para a Deusa Mãe e três velas amarelas para a Deusa Anciã,
rezando sempre:"Deusa das três faces, traga-me o Dom da Lua! No crescente,
dê-me coragem; no cheio me preencha de amor; no minguante, sabedoria,
virtude e magia!.
LEÃO - MACHA (Deusa da Soberania)
A Deusa Macha foi adorada na Irlanda mesmo antes da chegada dos celtas. Ela
é uma Deusa Tríplice associada com Morrigan a Deusa da guerra e da morte. É
ligada também a Dana no aspecto de fertilidade da mulher. Seu pai era o
"Aed, o vermelho" e sua mãe era Ernmas (druida feminina).
Macha é a Deusa-Cavalo que encarna essencialmente o espírito solar, por
isso, o meio-dia, hora na qual o Sol está no zênite, é a melhor hora para
invocá-la É ela que a ajudará a dar um maior realce no seu astral, atraindo
riqueza, sucesso e mais dinamismo para a vida das leoninas.
Jóias: ouro
Cor da roupa: amarela, laranja, vermelha ou ouro.
Óleos: olíbano, ligústica, heliotrópio, pimenta-da-jamaica, amêndoa.
Pedras: Citrino, ágata, turmalina rosa, granada, topázio, quartzo dourado,
quartzo branco, ametista.
Ritual de proteção: Use uma peça do vestuário amarela em uma Quarta-feira.
VIRGEM - BRIGID (Deusa da Sabedoria e das Artes)
Brigid é a donzela eternamente jovem, que cura as enfermidades, purifica
nosso lar, nos defende dos perigos e coloca palavras na boca dos poetas.
Brigid ajuda as nativas de virgem a realizarem suas loucuras mais secretas.
Está mais do que na hora de você ter uma vida mais interessante, com as
energias e a criatividade dessa Deusa. Ponha em prática todos seus sonhos.
Jóias: platina e ouro
Cor da roupa: azul, preta, prata ou rosa.
Óleos: cravo, poção do amor, alfazema.
Ervas: avenca, calicanto, ginseng, mandrádora, verbena.
Pedras: Ágata, citrino, amazonita, hematita, quartzo azul, quartzo fumê,
aventurina, quartzo branco, ametista.
Ritual de Proteção: Acenda um incenso de verbena em uma quarta-feira.
LIBRA - BRANWEN (Deusa do Amor)
Brandwen é a Deusa galesa do amor e da beleza, similar a nossa tão conhecida
Afrodite. É considerada a Vênus dos mares do norte. Ela é uma das três
matriarcais da Grã-Bretanha, junto com Rhiannon e Arianrhod e a principal
Deusa de Avalon. Em algumas lendas arturianas, Branwen é considerada a Dama
do Lago.
A libriana é própria reencarnação da Deusa Brandwen. Por via de regra, não
gostam de ir a lugares barulhentos, confusos ou perturbadores, mas adoram
música, arte e design.
Toda a libriana tende a ter vidas domésticas estáveis e a apreciar suas
casas, jardins, apartamentos.
Esta Deusa aparece na vida da libriana para fortalecer a conexão com a sua
própria essência. A busca desta Deusa ajudará a apreciar o seu próprio
poder, habilidade e beleza. Honrando Branwen você celebrará com muito amor
todos os momentos de sua vida.
Reverenciar Branwen e seus princípios femininos a colocará em contato
direto com a magia da natureza e de todas as criaturas.
Jóias: Prata ou cobre.
Cor da roupa: bege, marrom, ferrugem ou verde.
Óleos: flor de maçã, poção do amor, gerânio rosa, urze.
Ervas: hibisco, morango, tanásia.
Pedras: Berilo, esmeralda, quartzo rosa, malaquita.
Ritual de Proteção: Todas às sextas-feiras use uma roupa de cor rosa ou
acenda um incenso de rosas.
ESCORPIÃO - CERRIDWEN (Deusa da Fertilidade)
Para os galeses, Cerridwen é uma Deusa Tríplice (donzela, mãe e mulher
idosa), cujo animal totêmico é uma grande porca branca. Ela é a mãe que
conserva todos os poderes da sabedoria e do conhecimento. Ela é a Deusa que
devemos reverenciar nos momentos de dificuldades e anulação de qualquer tipo
de malefício. Ela é a Deusa do caos e da paz, da harmonia e da desarmonia.
Associa-se a morte, a fertilidade, a inspiração, a astrologia, as ervas, os
encantamentos, o conhecimento.
A mulher de escorpião, do mesmo modo que sua Deusa regente, nunca se
enquadra no meio termo: podem ser refinadas ou não. Tendem também a serem
apaixonadas por tudo que fazem e possuem um forte espírito de liderança.
Com Cerridwen como aliada, as nativas de escorpião fazem e acontecem,
portanto use seu potencial para dar continuidade aos seus projetos de vida
que já estão em andamento.
Jóias: ouro e prata
Cor da roupa: vermelha, preta ou branca.
Óleos: Poção do amor, sangue do dragão, almíscar, patchulli.
Ervas: damiana, dedaleira, lúpulo, trigo
Pedras: obsidiana, quartzo claro, turmalina preta.
Ritual de proteção: Toda as terças-feiras use uma peça do vestuário na cor
vermelha.
SAGITÁRIO - SADBH (Deusa da Caça)
Sadbh é a Deusa da Caça e a Senhora de todos as coisas selvagens. Todas as
mulheres que possuem esse arquétipo muito ativo, são independentes, têm
pensamento próprio e são emancipadas.
A sagitariana, como a sua Deusa regente é ativa, jovial, gosta de esportes,
está sempre a mil. Elas preferem encontros excitantes, aventureiros,
atléticos e ao ar livre, em vez de bombons e flores. Esquemas gentis e
românticos tendem a não impressioná-la. Com o temperamento regido pelo fogo,
gosta de discordar dos outros, apenas para ter a sensação de liberdade e,
até mesmo nas questões do coração, sempre querem ter a última palavra.
A Deusa da Caça avisa que com ela sua vida será repleta de emoções e você
deve se aprontar para encarar essas mudanças de frente. Deixe as coisas
rolarem e aprenda com seus erros e acertos, pois você só crescerá se tiver à
coragem de aceitar os desafios.
Jóias: estanho, prata, ouro ou zinco.
Cor da roupa: azul real, roxa, turqueza ou rosa.
Óleos: canela, cravo, jasmim, óleo de Cerridwen, óleo do dinheiro.
Ervas: henna, potentia, dente-de-leão, magnólia, asclépia, mirra,
estramônio.
Pedras: lápis-lazíli, ametista, crisocola e safira.
Ritual de Proteção: Acenda um incenso de jasmim por sete dias seguidos.
CAPRICÓRNIO - SCÂTHACH (Deusa da Soberania)
A Deusa Scâthach era conhecida como "a Mulher que semeia o Medo". Deusa
cujo reino era a Ilha de Skye (Sombra), onde treinava os jovens nas artes
bélicas e na caça.
Scâthach ensinou a Cuchulainn as técnicas de guerreiro e também os mistérios
do sexo. De acordo com a lenda, ela ofereceu-lhe "a amizade das coxas". Toda
a guerreira celta era conhecida como uma furiosa amante erótica, mesmo
podendo ser uma temível inimiga.
De modo igual à Deusa Scâthach a capricorniana é capaz de governar o mundo e
sempre se sentirá atraída por homens fortes e masculinos, que praticam
musculação ou exercitam-se intelectualmente. Ela precisa de um homem que
tenha físico e cérebro.
Scâthach ajudará você capricorniana, a se proteger de pessoas violentas ou
ameaçadoras e lhe dará forças para um recomeço de vida.
Jóias: ouro, prata, aço, ferro e estanho.
Cor da roupa: roupa bege, marrom ou ferrugem.
Óleos: almíscar, amor-perfeito, cereja, rosa e abricó.
Ervas: flor de maçã, bergamota, amora-preta, bardana, cacau, sabugueiro,
hidraste, azevinho, hera, confrey e acônito.
Pedras: alexandrita, carvão, geode e kinzita.
Ritual de Proteção: Use perfume com essência de rosas toda vez que desejar
ativar a Deusa para ajudá-la em questões relacionadas a conquistas amorosas
ou trabalho novo.
AQUÁRIO - RHIANNON (Deusa das Profundezas e do Outro Mundo)
A Deusa-Égua gaulesa do Inferno, Rigatona ou Ringatona (Itália), Epona
(Gália), Bubona (Escócia), Grande Deusa Branca eram alguns dos nomes
originais de Rhiannon.
Seu nome significa "Divina Rainha das Fadas", sendo considerada uma Deusa da
Lua. É também conhecida como a Deusa dos pássaros, dos encantamentos, da
fertilidade e do submundo. Ela se identifica com a noite, a emoção, o
sangue, o drama.
Podemos identificar Rhiannon nas aquarianas, pois como Deusas-Fadas, também
gostam do incomum, do alternativo e do estranho. Toda aquariana é uma
exploradora, sempre procurando terrenos novos e interessantes a desbravar.
Rhiannon deve ser invocada em feitiços que envolvam estrelas e práticas
astrológicas.
Jóias: Use prata ou cromo em seus ritos.
Cor da roupa: cor de alfazema, preta ou branca.
Óleos: abricó, limão, ópio, laranja e pêssego.
Ervas: noz-moscada, mandrágora, chicória, bardana, ébano, arruda.
Pedras: opala, quartzo rutilado, quartzo claro, azeviche.
Ritual para proteção: Acenda um incenso de violeta ou use a cor branca todos
os sábados.
PEIXES - BLODEUWEDD (Deusa do Amor e da Beleza)
Blodeuwedd é uma Deusa feita de flores que representa a beleza natural e
vai ajudar você a perceber sua própria beleza natural. Vai ajudá-la também a
escolher entre dois amores. Os domínios da Deusa Blodeuwedd abrangem todas
as questões relacionadas ao amor, à beleza e à sedução.
As mulheres que possuem esse arquétipo ativo, gostam de se apaixonar e de
fazer amor. Fisicamente, irradiam grande atração sexual. Quando chegam em
qualquer lugar, os olhos masculinos não deixam de percebê-las. Os mistérios
e rituais de amor são seus domínios e elas podem passar um bom tempo
tramando e planejando seus casos. Entretanto, quando se desilude, é capaz de
abrir mão do romance rapidamente.
Todas nós experimentamos a influência da Deusa Blodeuwedd quando ovulamos,
quatorze dias antes da menstruação. Essa é também a época mais propicia para
realizarmos um ritual em sua homenagem, ou para ativá-la.
Com a ajuda de Blodeuwedd, as piscianas poderão mergulhar ou surfar num
mar de flores e viverão momentos emocionantes. As coisas ruins só "abatem"
se encontrarem eco em você.
Jóias: platina, estanho, latão ou ouro.
Cor da roupa: verde claro, esmeralda,rosa, cor de alfazema, preta, branca,
cinza e roxa.
Óleos: lótus, lírio, patchulli, hissopo, lima, mirra, fava de cumaru e
jasmim.
Ervas: agrião, alga, folhas de parreira, lobélia, artemísia, narciso e
salgueiro.
Pedras: ametista, safira, pedra da lua, conchas do mar, água-marinha, jaspe
sanguíneo e quartzo azul.
Ritual de Proteção: carregue sempre uma pedra da lua com você.

UM POUCO DA HISTORIA DAS FADAS...

Foto: A VIDA SECRETA DAS FADAS

As fadas são seres fascinantes. As inumeráveis lendas que já geraram nos demonstra o grande interesse que as pessoas possuem por elas. Porém, ao mesmo tempo, tantas histórias diferentes sobre sua forma de ser e seus costumes lançam uma sombra sobre o mistério de suas vidas.
Alguns investigadores têm tentado encontrar um dos grandes tesouros deste mundo mágico: o diário de uma fada, onde estariam anotados seus mágicos pensamentos. Dizem que muitas fadas são aficionadas pela literatura e adoram escrever suas refelxões e sentimentos. Seria muita sorte encontrar algum desses diários, por que poderíamos conhecer, de primeira mão, a vida desses maravilhosos seres. Porém, até esse momeno, esses diários seguem sendo um dos segredos mais bem guardados do mundo das fadas.
Apesar disso, podemos nos aproximar de muitos de seus mistérios através de relatos e lendas que estão escritos nos contos escritos para as crianças. Se acredita que a função desses contos não era tanto para distrair os mais pequenos como transmitir conhecimentos vitais do mundo mágico das fadas.
É através desses contos que podemos responder as perguntas que nos fazem e também saber um pouco mais sobre a vida secreta das fadas. E o primeiro mistério que iremos desvendar é o de saber sobre o por quê dançam das fadas.

PORQUÊ AS FADAS DANÇAM

As lendas estão repletas de histórias sobre círculos ou anéis das fadas. Se diz que as fadas adoram uma boa música e qualquer som agradável e harmonioso são ouvidos por elas.
Essa predileção pela música faz com que muitas toquem alguns instrumentos. Por exemplo, as fadas do ar só elegem instrumentos de vento, como as flautas. As mais hábeis utilizam a antiga flauta dupla com a qual produzem deliciosos acordes e melodias. Já as fadas marinhas preferem os elementos de corda, como liras e harpas, enquanto que em certas ocasiões também são vistas com uma flauta nos lábios. As fadas da terra preferem dançar com o ritmo da natureza, e aproveitam os sons da água e do vento para realizar seus bailes.

Pouco se sabe das fadas do fogo, que dançam em torno da fogueira e só necessitam de seu incessante crepitar para entrar em transe místico. 
Geralmente as fadas tocam um instrumento como passatempo, porém quando chega a Lua Cheia o instrumento se transforma em um objeto indispensável. As pessoas que afirmam tê-las visto dançar nestas noites afirmam que a brisa noturna,as águas, os pássaros e os ecos dos seres invisíveis se juntam em uma sinfonia fantásticas que impelem as fadas à uma dança fascinante.
Porém, por quê dançam as fadas? Para responder essa pergunta teremos que retornar a um passado remoto. As musas e as ninfas já conheciam o poder da música e da dança. E se diz que só a música pode dobrar uma sereia, já que unicamente a música pode abrandar seus frios corações.
As festas que realizavam as ninfas na antigüidade estavam oficiadas por um deus. Em algumas ocasiões Ártemis, Deusa da Lua e da Caça, que com seu cortejo de ninfas desfilava pelas noites para acabar em um baile. Outros deuses que participavam era Apolo, deus da música e da poesia, e Dionísio, deus do vinho e da paz. As festas do deus do vinho sempre acabavam com excessos, por que cada vez havia mais humanos nelas e menos ninfas.
As fadas possuem o costume de dançar até o amanhecer. Muitas vezes dançam dando-se as mãos para formar um círculo. Se trata do "Círculo da Vida" que nos remete à mais antigas das fadas que fiavam a roda da vida onde cada fio era uma existência, e cada fio (cada vida) rodava e rodava. Deste modo, a dança das fadas é um ritual que deve ser realizado para que o mundo permaneça vivo.
Nestas ocasiões as fadas cantam e dançam como uma forma de diversão, porém se fazem um círculo seu sentido é de regenerar a energia da Terra. Quem já as viu, contam que nunca poderiam duvidar da magia das danças nem da fascinante melodia que as acompanha.
Quem observa essas danças se sente enfeitiçado por sua beleza e sua aura sobrenatural. As lendas sobre estes bailes recorrem todo o mundo e inclusive no longínquo Japão se falam do poder fascinador da dança das fadas.
Conta uma lenda japonesa que um dia o jovem Isomu, passeando pelo bosque, se encontrou com um círculo de fadas dançando e se uniu a elas. Quando passou pouco mais que uma hora, acabou o baile e o jovem voltou para casa. Ao chegar encontrou um velho sentado na porta que não conhecia e lhe perguntou quem era. Quando Isomu se identificou ao ancião ele lhe disse:
-"Meu avô,teu filho, tinha me contado a história de teu desparecimento."
Nesse momento Isomu caiu ao solo e se converteu em pó. Haviam se passado mais de 150 anos desde o dia em que tinha ido dançar com as fadas.
O fato interessante é que todas essas lendas mostram uma deformação do tempo quando uma pessoa cai cativa por essas danças. O que se vive por um instante pode ser na realidade centenas de anos quando um ser humano deixa a dança das fadas.


PALÁCIOS DE CRISTAL

Em numerosas lendas se afirma que algumas fadas vivem em fabulosos palácios de cristal que aparecem e desaparecem atrás de uma misteriosa nuvem. Por exemplo, há quem disse que algumas fadas irlandesas habitam o palácio do rei Finvana, junto com toda sua corte, e que esse palácio está situado debaixo de uma colina.
Outro lugar muito freqüente em que se situam estes lendários palácios é no fundo do mar e dos lagos. Segundo contam, a contemplação desses palácios faria com que desmaiassem, tal é sua beleza e seu brilho
.
PAIXÃO POR PEDRAS PRECIOSAS

As fadas se sentem fascinadas pelas pedras preciosas. Elas valorizam o poder espiritual e energético das pedras e por isso acumulam um grande número de gemas, e de seu  cuidado são responsáveis os anões e os gnomos, autênticos artesãos na arte de talhar e pulir.
Entre as pedras mais apreciadas está a estaurolita, um curioso metal que as vezes apresenta a forma de cruz. É de cor parda e procede da cristalização de algumas rochas. Também se sentem muito atraídas pelo quartzo, sobretudo o rosa, que é a variedade mais escassa. O quartzo branco se utiliza na arte da adivinhação: para fazer bolas de cristal.
O azeviche , formado ao longo dos anos de árvores apodrecidas e compactas, é outra pedra mágica, igual  que o carvão e o âmbar e muitas outras pedras viscosas e coloridas que são uma proteção contra energias negativas.
Portanto, para as fadas as pedras cumprem várias funções. Também elas ajudam quando as fadas estão enfermas. Suas enfermidades não afetam ao corpo material, mas sim são doenças da alma. Em algumas ocasiões algumas fadas perdem a sincronia da Terra e caem doentes. As mais propensas à enfermidades são as fadas da terra e das águas, dado ao seu caráter melancólico e porque apresentam um maior contato com o homem.
As fadas podem sofrer de diferentes enfermidades, porém há duas doenças que são de difícil tratamento: a melancolia e o amor. Ante a este estado suas irmãs as tentam ajudar, porém pouco se pode fazer para recuperar uma fada triste. As fadas além das ervas usam as pedras para ajudar nas curas.
A fada pede com o coração para que as pedras a ajudem. A ciprina, amarela como o sol lhes concede energia; a ametista, que encerra o oceano, lhes ajudar para conceder mais força. Pedras vermelhas, brilhantes, de cor rosa, todas elas possuem propriedades e a fada realiza rituais com elas em busca da cura.
Além dos fins curativos, as fadas utilizam as pedras para enfeitar suas vestes.

PEDRAS E METAIS NA MAGIA FEÉRICA

Na magia féerica se utiliza prata, ouro, cobre, cristais e gemas. O ferro não deve ser utilizado. A pedra feérica tradicional é o cristal de quartzo, ou alguma pedra que tenha a ver com quartzo. As outras pedras favoritas das fadas, como já dissemos, som o quartzo rosa, a ametista, o âmbar (uma resina das árvores), a estaurolita e a esmeralda.
Para ver uma fada, concentra tua intenção em encontrar-te com ela enquanto suspende um cristal de quartzo leitoso na mão direita. Então medites ou te sente em silêncio na Natureza. Enquanto estiver sentada (o), pode cantar (se tiver uma boa voz) para atrair rapidamente as fadas até ti. Depois coloque a pedra embaixo de um gigantesco carvalho no bosque e deixa-a lá por 7 dias. Após esse tempo volte para buscá-la. A pedra se converterá em um instrumento poderoso para a magia.
Os cristais e as gemas também podem ser utilizados para poder aumentar o poder natural na Magia Feérica, e também, como portais para entrar no Outro Mundo do Reino das Fadas. Tanto os cristais como o corpo humano contêm silício. Isto constitui uma base física muito real para nossa conexão com o quartzo.
Podes aplicar as energias das pedras na magia para ampliar os poderes de cura, de proteção e para estimular habilidades psíquicas como a clarividência e a viagem astral. Consulte a seguinte lista abaixo para obter mais informações sobre as pedras e seus usos mágicos.
ÁGUA-MARINHA: Atrair as fadas da água fresca e do positivo mar, claridade mental, obter um fluir positivo, Magia Feérica da Água, inspiração.
AMETISTA: Proteção, cura, amor, adivinhação, sonhar com o Reino das Fadas, eliminar pesadelos, ter claridade mental.
ÂMBAR: Na realidade se trata de uma resina. Se utiliza para a Magia do Amor, da felicidade, da adivinhação, proteção, para atrair as Dríadas e a outros seres feéricos da Terra e do Ar, como os anões.
CORNALINA: Poder pessoal, sexualidade, criatividade, vidas passadas, proteção, valentia, concentração, motivação, atrai os seres feéricos do Fogo e do Jardim.
QUARTZO CITRINO: Rapidez mental, Magia feérica dos Sonhos, dissipar a negatividade, compreensão, adquiri poder, trocar de forma, atrai os seres feéricos do Fogo e da Terra.
QUARTZO ROSA: Amizade, Magia para o Amor e para Cura, romance, equilibrar as emoções, inspiração, adaptação à trocas, perdão, harmonização, fé, fertilidade, compaixão.
QUARTZO TRANSPARENTE: É utilizada para cura, adivinhação, meditação, para trocar de forma, e atrai os seres feéricos do Fogo e da Terra.
DIAMANTE: Força, cura, adquisição de poder, inspiração feérica, proteção, memória, prosperidade, resistência, claridade, verdade, e atrai os seres feéricos grandes, coloridos, com asas, as rainhas e reis das fadas, assim como os anões e os gnomos.
ESMERALDA: Magia Feérica do Amor, cura, paciência, crescimento, meditação. Atrai os seres feéricos do jardim e dos bosques e os reis e as rainhas das fadas.

ESTAUROLITA: Pedra feérica para conectar com a Natureza, para adivinhação, para clarividência e para a prosperidade.
FLUORITA: Magia Feérica dos Sonhos, desenvolver habilidades psíquicas, harmonia, paz.
GRANADA: Amizade, fidelidade, força, proteção, virilidade, confiança, equilíbrio.
JADE: Magia Feérica do Amor, proteção, riqueza, purificação, meditação, harmonia, dispersar a negatividade. Atrai os seres feéricos serviçais dos bosques e do jardim.
LABRADORITA: Magia da Lua,boa sorte, fertilidade, Magia Feérica do Amor, cura, receptividade, intuição, adivinhação, atividades artísticas, equilibrar as emoções.
iMALAQUITA: Troca de forma, força de vontade, comunicação com os seres feéricos, sonho pacífico, cura, ascendência, negócios.
SAFIRA: Desenvolvimento psíquico, criatividade, paixão, estimula os centros de energia, comunicação com os seres feéricos.
RUBI: Força, poder feérico psíquico, proteção, compreensão, criatividade, paixão, amizade, claridade. Atrai os reis e as rainhas das fadas.
SÍLEX:Proteção contra os inimigos; os seres danosos se mantêm afastados do sílex.
TOPÁZIO: Conhecimento, lealdade, amor superior, criatividade.

Texto pesquisado e desenvolvido por
ROSANE VOLPATTO
 
A VIDA SECRETA DAS FADAS

As fadas são seres fascinantes. As inumeráveis lendas que já geraram nos demonstra o grande interesse que as pessoas possuem por elas. Porém, ao mesmo tempo, tantas histórias diferentes sobre sua forma de ser e seus costumes lançam uma sombra sobre o mistério de suas vidas.
Alguns investigadores têm tentado encontrar um dos grandes tesouros deste mundo mágico: o diário de uma fada, onde estariam anotados seus mágicos pensamentos. Dizem que muitas fadas são aficionadas pela literatura e adoram escrever suas refelxões e sentimentos. Seria muita sorte encontrar algum desses diários, por que poderíamos conhecer, de primeira mão, a vida desses maravilhosos seres. Porém, até esse momeno, esses diários seguem sendo um dos segredos mais bem guardados do mundo das fadas.
Apesar disso, podemos nos aproximar de muitos de seus mistérios através de relatos e lendas que estão escritos nos contos escritos para as crianças. Se acredita que a função desses contos não era tanto para distrair os mais pequenos como transmitir conhecimentos vitais do mundo mágico das fadas.
É através desses contos que podemos responder as perguntas que nos fazem e também saber um pouco mais sobre a vida secreta das fadas. E o primeiro mistério que iremos desvendar é o de saber sobre o por quê dançam das fadas.

PORQUÊ AS FADAS DANÇAM

As lendas estão repletas de histórias sobre círculos ou anéis das fadas. Se diz que as fadas adoram uma boa música e qualquer som agradável e harmonioso são ouvidos por elas.
Essa predileção pela música faz com que muitas toquem alguns instrumentos. Por exemplo, as fadas do ar só elegem instrumentos de vento, como as flautas. As mais hábeis utilizam a antiga flauta dupla com a qual produzem deliciosos acordes e melodias. Já as fadas marinhas preferem os elementos de corda, como liras e harpas, enquanto que em certas ocasiões também são vistas com uma flauta nos lábios. As fadas da terra preferem dançar com o ritmo da natureza, e aproveitam os sons da água e do vento para realizar seus bailes.

Pouco se sabe das fadas do fogo, que dançam em torno da fogueira e só necessitam de seu incessante crepitar para entrar em transe místico.
Geralmente as fadas tocam um instrumento como passatempo, porém quando chega a Lua Cheia o instrumento se transforma em um objeto indispensável. As pessoas que afirmam tê-las visto dançar nestas noites afirmam que a brisa noturna,as águas, os pássaros e os ecos dos seres invisíveis se juntam em uma sinfonia fantásticas que impelem as fadas à uma dança fascinante.
Porém, por quê dançam as fadas? Para responder essa pergunta teremos que retornar a um passado remoto. As musas e as ninfas já conheciam o poder da música e da dança. E se diz que só a música pode dobrar uma sereia, já que unicamente a música pode abrandar seus frios corações.
As festas que realizavam as ninfas na antigüidade estavam oficiadas por um deus. Em algumas ocasiões Ártemis, Deusa da Lua e da Caça, que com seu cortejo de ninfas desfilava pelas noites para acabar em um baile. Outros deuses que participavam era Apolo, deus da música e da poesia, e Dionísio, deus do vinho e da paz. As festas do deus do vinho sempre acabavam com excessos, por que cada vez havia mais humanos nelas e menos ninfas.
As fadas possuem o costume de dançar até o amanhecer. Muitas vezes dançam dando-se as mãos para formar um círculo. Se trata do "Círculo da Vida" que nos remete à mais antigas das fadas que fiavam a roda da vida onde cada fio era uma existência, e cada fio (cada vida) rodava e rodava. Deste modo, a dança das fadas é um ritual que deve ser realizado para que o mundo permaneça vivo.
Nestas ocasiões as fadas cantam e dançam como uma forma de diversão, porém se fazem um círculo seu sentido é de regenerar a energia da Terra. Quem já as viu, contam que nunca poderiam duvidar da magia das danças nem da fascinante melodia que as acompanha.
Quem observa essas danças se sente enfeitiçado por sua beleza e sua aura sobrenatural. As lendas sobre estes bailes recorrem todo o mundo e inclusive no longínquo Japão se falam do poder fascinador da dança das fadas.
Conta uma lenda japonesa que um dia o jovem Isomu, passeando pelo bosque, se encontrou com um círculo de fadas dançando e se uniu a elas. Quando passou pouco mais que uma hora, acabou o baile e o jovem voltou para casa. Ao chegar encontrou um velho sentado na porta que não conhecia e lhe perguntou quem era. Quando Isomu se identificou ao ancião ele lhe disse:
-"Meu avô,teu filho, tinha me contado a história de teu desparecimento."
Nesse momento Isomu caiu ao solo e se converteu em pó. Haviam se passado mais de 150 anos desde o dia em que tinha ido dançar com as fadas.
O fato interessante é que todas essas lendas mostram uma deformação do tempo quando uma pessoa cai cativa por essas danças. O que se vive por um instante pode ser na realidade centenas de anos quando um ser humano deixa a dança das fadas.


PALÁCIOS DE CRISTAL

Em numerosas lendas se afirma que algumas fadas vivem em fabulosos palácios de cristal que aparecem e desaparecem atrás de uma misteriosa nuvem. Por exemplo, há quem disse que algumas fadas irlandesas habitam o palácio do rei Finvana, junto com toda sua corte, e que esse palácio está situado debaixo de uma colina.
Outro lugar muito freqüente em que se situam estes lendários palácios é no fundo do mar e dos lagos. Segundo contam, a contemplação desses palácios faria com que desmaiassem, tal é sua beleza e seu brilho
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PAIXÃO POR PEDRAS PRECIOSAS

As fadas se sentem fascinadas pelas pedras preciosas. Elas valorizam o poder espiritual e energético das pedras e por isso acumulam um grande número de gemas, e de seu cuidado são responsáveis os anões e os gnomos, autênticos artesãos na arte de talhar e pulir.
Entre as pedras mais apreciadas está a estaurolita, um curioso metal que as vezes apresenta a forma de cruz. É de cor parda e procede da cristalização de algumas rochas. Também se sentem muito atraídas pelo quartzo, sobretudo o rosa, que é a variedade mais escassa. O quartzo branco se utiliza na arte da adivinhação: para fazer bolas de cristal.
O azeviche , formado ao longo dos anos de árvores apodrecidas e compactas, é outra pedra mágica, igual que o carvão e o âmbar e muitas outras pedras viscosas e coloridas que são uma proteção contra energias negativas.
Portanto, para as fadas as pedras cumprem várias funções. Também elas ajudam quando as fadas estão enfermas. Suas enfermidades não afetam ao corpo material, mas sim são doenças da alma. Em algumas ocasiões algumas fadas perdem a sincronia da Terra e caem doentes. As mais propensas à enfermidades são as fadas da terra e das águas, dado ao seu caráter melancólico e porque apresentam um maior contato com o homem.
As fadas podem sofrer de diferentes enfermidades, porém há duas doenças que são de difícil tratamento: a melancolia e o amor. Ante a este estado suas irmãs as tentam ajudar, porém pouco se pode fazer para recuperar uma fada triste. As fadas além das ervas usam as pedras para ajudar nas curas.
A fada pede com o coração para que as pedras a ajudem. A ciprina, amarela como o sol lhes concede energia; a ametista, que encerra o oceano, lhes ajudar para conceder mais força. Pedras vermelhas, brilhantes, de cor rosa, todas elas possuem propriedades e a fada realiza rituais com elas em busca da cura.
Além dos fins curativos, as fadas utilizam as pedras para enfeitar suas vestes.

PEDRAS E METAIS NA MAGIA FEÉRICA

Na magia féerica se utiliza prata, ouro, cobre, cristais e gemas. O ferro não deve ser utilizado. A pedra feérica tradicional é o cristal de quartzo, ou alguma pedra que tenha a ver com quartzo. As outras pedras favoritas das fadas, como já dissemos, som o quartzo rosa, a ametista, o âmbar (uma resina das árvores), a estaurolita e a esmeralda.
Para ver uma fada, concentra tua intenção em encontrar-te com ela enquanto suspende um cristal de quartzo leitoso na mão direita. Então medites ou te sente em silêncio na Natureza. Enquanto estiver sentada (o), pode cantar (se tiver uma boa voz) para atrair rapidamente as fadas até ti. Depois coloque a pedra embaixo de um gigantesco carvalho no bosque e deixa-a lá por 7 dias. Após esse tempo volte para buscá-la. A pedra se converterá em um instrumento poderoso para a magia.
Os cristais e as gemas também podem ser utilizados para poder aumentar o poder natural na Magia Feérica, e também, como portais para entrar no Outro Mundo do Reino das Fadas. Tanto os cristais como o corpo humano contêm silício. Isto constitui uma base física muito real para nossa conexão com o quartzo.
Podes aplicar as energias das pedras na magia para ampliar os poderes de cura, de proteção e para estimular habilidades psíquicas como a clarividência e a viagem astral. Consulte a seguinte lista abaixo para obter mais informações sobre as pedras e seus usos mágicos.
ÁGUA-MARINHA: Atrair as fadas da água fresca e do positivo mar, claridade mental, obter um fluir positivo, Magia Feérica da Água, inspiração.
AMETISTA: Proteção, cura, amor, adivinhação, sonhar com o Reino das Fadas, eliminar pesadelos, ter claridade mental.
ÂMBAR: Na realidade se trata de uma resina. Se utiliza para a Magia do Amor, da felicidade, da adivinhação, proteção, para atrair as Dríadas e a outros seres feéricos da Terra e do Ar, como os anões.
CORNALINA: Poder pessoal, sexualidade, criatividade, vidas passadas, proteção, valentia, concentração, motivação, atrai os seres feéricos do Fogo e do Jardim.
QUARTZO CITRINO: Rapidez mental, Magia feérica dos Sonhos, dissipar a negatividade, compreensão, adquiri poder, trocar de forma, atrai os seres feéricos do Fogo e da Terra.
QUARTZO ROSA: Amizade, Magia para o Amor e para Cura, romance, equilibrar as emoções, inspiração, adaptação à trocas, perdão, harmonização, fé, fertilidade, compaixão.
QUARTZO TRANSPARENTE: É utilizada para cura, adivinhação, meditação, para trocar de forma, e atrai os seres feéricos do Fogo e da Terra.
DIAMANTE: Força, cura, adquisição de poder, inspiração feérica, proteção, memória, prosperidade, resistência, claridade, verdade, e atrai os seres feéricos grandes, coloridos, com asas, as rainhas e reis das fadas, assim como os anões e os gnomos.
ESMERALDA: Magia Feérica do Amor, cura, paciência, crescimento, meditação. Atrai os seres feéricos do jardim e dos bosques e os reis e as rainhas das fadas.

ESTAUROLITA: Pedra feérica para conectar com a Natureza, para adivinhação, para clarividência e para a prosperidade.
FLUORITA: Magia Feérica dos Sonhos, desenvolver habilidades psíquicas, harmonia, paz.
GRANADA: Amizade, fidelidade, força, proteção, virilidade, confiança, equilíbrio.
JADE: Magia Feérica do Amor, proteção, riqueza, purificação, meditação, harmonia, dispersar a negatividade. Atrai os seres feéricos serviçais dos bosques e do jardim.
LABRADORITA: Magia da Lua,boa sorte, fertilidade, Magia Feérica do Amor, cura, receptividade, intuição, adivinhação, atividades artísticas, equilibrar as emoções.
iMALAQUITA: Troca de forma, força de vontade, comunicação com os seres feéricos, sonho pacífico, cura, ascendência, negócios.
SAFIRA: Desenvolvimento psíquico, criatividade, paixão, estimula os centros de energia, comunicação com os seres feéricos.
RUBI: Força, poder feérico psíquico, proteção, compreensão, criatividade, paixão, amizade, claridade. Atrai os reis e as rainhas das fadas.
SÍLEX:Proteção contra os inimigos; os seres danosos se mantêm afastados do sílex.
TOPÁZIO: Conhecimento, lealdade, amor superior, criatividade.

  Texto pesquisado e desenvolvido por ROSANE VOLPATTO