Total de visualizações de página

sábado, 18 de junho de 2016

SÓ MAIS UMA DE DESAMOR

     Estou passando por aqui pra te agradecer por tudo que me proporcionou, por tudo que vivemos, pelos momentos de apoio, pelas brigas, pelos carinhos, pelo prazer... Saiba que marcou meu coração.... 
 
             Você fez meu coração voltar a pulsar isso não tem preço, me deu coragem de terminar um relacionamento falido, me deu luz, plenitude, tudo valeu a pena...

             Todas as vezes que disse que te amo foram verdadeiras.. e foi muito bom te amar e ser amada por ti... Se tivesse o poder do criador não mudaria nada porque foi tudo perfeito... Me permiti, te permiti, nos permitimos...

             Chega uma hora que inevitavelmente as coisas vão caminhando para outras direções... eu sou intensa você e bonança... Entendo e respeito sua visão de mundo tudo que eu quero e que você seja feliz plenamente.... 

              Quero seu afeto e sua amizade pra sempre.. você faz parte da minha historia e nossa historia de amor foi linda...

              Dar um ponto final em meia a tantas reticencias da nossa historia foi o que fiz de mais doido nessa ultima década, confesso a dor eh latente e as lagrimas são inerentes... mas sem lamento, sem dor, tive lindos momentos  contigo.. mas o barco mudou a rota e cada um agora segue sua jornada rumo a sua tao buscada felicidade...

              Desculpe minhas falhas, meu jeito azedo, minha volúpia e altivez e só meu jeito de amar...

              Toda sorte do mundo pra ti que sua vida seja imersa de felicidade.... que você encontre sua razão de viver e cicatrize todas as suas feridas...

                 Estarei sempre por aqui....

segunda-feira, 13 de junho de 2016

AS LUAS DO ANO

As Luas do Ano


Como referência às Celebrações Lunares, podemos associá-las de forma xamânica a um animal totêmico, uma deidade ou ao clima local, baseando-se no Calendário Coligny através da data original  ao Hemisfério Norte, podendo ser adaptado também ao Hemisfério Sul, a partir do Festival de Samhain.
Para um melhor entendimento, ao se contar 28 dias por lunação, período médio em que a Lua dá a volta ao redor da Terra e em torno do seu próprio eixo, pode-se dizer que existem de doze a treze luas cheias em um ano. As meditações, visualizações e práticas devocionais feitas durante a Lua Nova e a Cheia nos auxiliam para aumentar a consciência e aguçar a percepção e, assim, reequilibrarmos a nossa energia. A seguir,sugestões de correspondências lunares:
- A Lua do Javali: Outubro no Calendário de Coligny é "Samonios", o tempo da queda das sementes. O javali simboliza o mundo subterrâneo e a renovação das sementes, o ciclo cósmico de vida, morte e renascimento, através da Caçada Mágica ao Outro Mundo céltico, tanto em Samhain como Beltane. Corresponde ao mês de Abril no Hemisfério Sul.
- A Lua de Morrighan: Novembro no Calendário de Coligny é "Dumannios", o tempo da noite escura. É quando começamos adentrar os mistérios das noites frias do inverno, a Noite Sagrada dos Ancestrais, período em que a terra inicia seu tempo de descanso, reunindo forças vitais para despertar novamente na primavera. Corresponde ao mês de Maio no Hemisfério Sul.
- A Lua do Gamo: Dezembro no Calendário de Coligny é "Rivros", o tempo do frio. O gamo, que caminha entre os mundos, representa Cernunnos. É associado ao aspecto do Senhor do Carvalho, à transformação e ao renascimento. Simbolicamente, morremos em Samhain para renascermos no Solstício de Inverno. Corresponde ao mês de Junho no Hemisfério Sul.
- A Lua das Águas: Janeiro no Calendário de Coligny é "Anagantios", o tempo de ficar em casa. Com a manifestação do inverno e do movimento das águas geladas, essa é a Lua da pausa, que favorece a interiorização e a reflexão. Corresponde ao mês de Julho no Hemisfério Sul.
- A Lua de Brighid: Fevereiro no Calendário de Coligny é "Ogronios", o tempo do frio acabar. É a Lua da transição e dos seus mistérios, onde o poder do Sol começa aquecer toda a terra. É o tempo de despertar as sementes da promessa, a esperança que se renova com a chegada da primavera, em Imbolc. Corresponde ao mês de Agosto no Hemisfério Sul.
- A Lua dos Ventos: Março no Calendário de Coligny é "Cutios", o tempo dos ventos. Os ventos é que promovem o movimento deste despertar no Equinócio de Primavera, o fluxo sagrado da consciência. Para os celtas, o vento era uma grande força da natureza, e que remete aos elementos invisíveis dos reinos do céu. Corresponde ao mês de Setembro no Hemisfério Sul.
- A Lua do Falcão: Abril no Calendário de Coligny é "Giamonios", o tempo dos brotos. As sementes começam a germinar ao mesmo tempo em que toda a vida desperta para uma nova etapa solar. Conscientes da grande responsabilidade que temos diante dos nossos pensamentos, atos e palavras, que criam toda a realidade que nos cerca e, como o falcão, mantenha sempre o foco naquilo que se quer. Corresponde ao mês de Outubro no Hemisfério Sul.
- A Lua Brilhante: Maio no Calendário de Coligny é "Simivisonnos", o tempo do brilho. Mês dedicado ao despertar da consciência, da purificação e da criatividade, através das energias de Beltane. Tudo conspira para que possamos refletir sobre o nosso potencial, curar o passado e viver plenamente o presente. Corresponde ao mês de Novembro no Hemisfério Sul.
- A Lua do Cavalo: Junho em gaélico é "Meitheamh" e no Calendário de Coligny é "Equos", o tempo dos cavalos. Celebramos neste mês, o movimento de expansão da natureza em sintonia ao Solstício de Verão e seus longos dias. Essa é a Lua da soberania, do amor e da prosperidade, estampados na fertilidade dos campos verdejantes. Corresponde ao mês de Dezembro no Hemisfério Sul.
- A Lua da Lança: Julho no Calendário de Coligny é "Elembiuios", o tempo da reivindicação. Representa o tempo em que os antigos pagãos preparavam os campos para o ciclo de celebrações das colheitas. Neste período somos exaltados por uma criatividade vívida, inspirando-nos a desenvolver nossos dons e habilidades, junto à lança da vitória de Lugh que reivindica o seu poder. Corresponde ao mês de Janeiro no Hemisfério Sul.
- A Lua do Salmão: Agosto no Calendário de Coligny é "Edrinios", o tempo da decisão. Simboliza os campos da Mãe Terra, a colheita dos nossos frutos. Esperar sabiamente pela chegada da colheita é aceitar o movimento da Roda, que requer certo sacrifício da nossa parte, tal como Tailtiu, a mãe adotiva de Lugh. Corresponde ao mês de Fevereiro no Hemisfério Sul.
- A Lua dos Bardos: Setembro no Calendário de Coligny é "Cantlos", o tempo dos cantos. Os dias e as noites se tornam iguais e os mistérios da vida e da morte se manifestam. Nesse mistério, estamos todos interligados no mesmo propósito, a tribo se reúne e os bardos cantam suas memórias através dos mitos e das lendas, conservando assim sua tradição. Durante as festividades do Equinócio do Outono, nos sentimos em harmonia e equilíbrio. Corresponde ao mês de Março no Hemisfério Sul.
Para os celtas, o dia começava com a noite e terminava com o nascer do Sol, ao contrário de nós, pensavam eles que o Sol derrotava a escuridão e encerrava o dia reinando no céu.
As Luas do Ano são propícias para celebrar e meditar sobre as fases da mudança de suas próprias vidas, relacionando-as com as fases da Lua, os ciclos da Terra e os festivais celtas. Que assim seja!
Rowena Arnehoy Seneween ®
Referências bibliográfica:
Rituales Celtas - Alexei Kondratiev
Xamanismo Celta - John Matthews
Referência de site:
Celtocrabion - Coligny

AMAR É RESPEITAR

Quem eu gosto
Quem eu gosto
Gosta de mim

Quem eu gosto
Não me acha perfeita
Quem eu gosto me aceita
Louca, livre
Mau humorada, irritada
Quem eu gosto
Gosta de mim

Quem eu gosto
Me conhece
E mesmo que não me conheça
Gosta de mim

Quem eu gosto
Sabe da minha alegria,
Beleza, harmonia
Conhece o sabor das minhas lágrimas
Sabe da força dentro de mim

Quem eu gosto
Gosta de mim
Porque antes de me ver
Viu a minha alma

Quem eu gosto
Gosta de mim. 
Lydia Gomes © Todos os direitos reservados
Três Rosas Vermelhas - O Registro Poético de uma Bruxa®

POESIA CELTA










Resultado de imagem para BOCA VERMELHABoca vermelha,
Sedenta de beijos ardentes
Divina centelha

Além da alma sombria,

Tormento vivido
Na loucura dessa noite fria

O branco pálido da morte,
Grita alto pelas sombras da Lua
E rompe no peito mais forte

Pelos séculos perdidos,
A fúria guardada
De momentos revividos.


Rowena Arnehoy Seneween ®
Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.

DESMISTIFICANDO O PAGANISMO

O que é Paganismo?

Paganismo é um termo genérico para as religiões politeístas antigas e novas.
Isaac Bonewits - ADF

O paganismo é um dos caminhos espirituais que nos leva à comunhão com os Deuses ou as divindades politeístas, antes da era cristã, ou seja, uma religião natural e étnica que representa um povo ou cultura, bem como a ancestralidade e a própria natureza. "A característica das tradições pagãs é a ausência de proselitismo e a presença de uma mitologia viva na sua prática religiosa."
Geralmente, o termo paganismo é usado para distinguir algumas religiões politeístas - que é a crença em vários Deuses e Deusas; panteístas - a crença em que a natureza e todo o universo, são divinos; e animistas - a crença em que os elementos do cosmos (Sol, Lua, estrelas) e todos os elementos da natureza possuem um espírito ou uma entidade divina.
Alguns seguidores do paganismo celebram o Caminho individualmente ou com outras pessoas, membros de um mesmo grupo ou tradição, conhecidos como tribos ou clãs.
Existem muitas vertentes dentro do Paganismo, alguns estão claramente definidos e possuem uma organização própria, outros não. Os caminhos mais conhecidos hoje no Paganismo Celta são: Druidismo, Reconstrucionismo Celta (RC) - dentre os quais podemos citar o panteão: irlandês, escocês, britônico, galês, gaulês, galaíco (galego) e ibero-céltico; além do Reconstrucionismo Egípcio ou Kemético, Grego ou Helênico, Romano, Nórdico ou Odinismo, Asatru e Vanatru, Romuva, Bruxaria Tradicional e Wicca.
A prática reconstrucionista visa o resgate das crenças religiosas, sem que com isso, haja uma conotação revivalista. Ao se reviver uma religião de antigas sociedades, não há a pretensão de reinstituir sua política ou os costumes sociais, apenas de conhecer e entender o "modus operandi" antigo, adequando-o à vida contemporânea, na medida do possível a prática religiosa, conforme a cultura que se dedica. E para saber mais sobre Reconstrucionismos, clique aqui.
Há muitos mistérios que envolvem o paganismo, alguns bem distorcidos, como o próprio pentagrama. Um símbolo pagão muito antigo e, muitas vezes, associado ao "mal" ou quando invertido, ao satanismo e aos rituais satânicos. E, que nos dias de hoje, se tornou um emblema, quase que oficial, do paganismo moderno. Frisando que o pentagrama não é um símbolo celta.
Os antigos celtas contemplavam o mistério da vida e da morte, através dos círculos e das espirais. Como descrevemos no artigo sobre os Símbolos Celtas.
Enfim, o paganismo moderno não tem nenhuma relação com satanismo ou magia "negra". E os mistérios pagãos vão muito além das brumas do tempo.
As brumas são os véus que encobrem o mistério do caminho gasto pelo uso. Muitos são os que vão nos ver e não vão nos entender, além de não conseguirem absorver toda a sabedoria dos Antigos, simplesmente por medo e/ou ignorância.
Abençoado seja o resgate da espiritualidade celta e da sacralidade da natureza!
Ouça agora mesmo o chamado, vá direto para Glastonbury e ultrapasse o Portal... Absorva todos os conhecimentos vindos de Avalon, através das lendas e dos mitos. Mas não tema passar pela névoa de prata, pois um mundo maravilhoso espera aqueles que possuem fé e amor dentro de seus corações.
Rowena Arnehoy Seneween ®
 Religião e Mitologia
A religião e a mitologia apesar de diferentes, referem-se aos sistemas de conceitos que são de grande importância para uma determinada cultura, fazendo declarações relativas ao sobrenatural ou ao sagrado. Geralmente, a mitologia é considerada um componente ou aspecto da religião.
Religião é um termo mais amplo, muito além dos aspectos litúrgicos, que inclui o ritual, a moral, a teologia e a experiência mística. Um dado importante, a mitologia é quase sempre associada a uma determinada religião e dissociada dos seus sistemas religiosos. Um mito pode perder a sua relevância imediata para a comunidade e evoluir afastado da religiosidade como uma lenda ou folclore.
Podemos dizer que o paganismo, genericamente, é um termo referente às diversas formas de religiosidade e designa as religiões politeístas que têm como lugar comum o encontro com o divino, através da Natureza e com a recuperação das antigas religiões pagãs.
E se pensarmos no ensinamento que remonta ao Egito Antigo, que diz que "o que está acima é como o que está abaixo e o que está abaixo é como o que está acima", compreenderemos que esta asserção busca dizer que a natureza dos Criadores é a mesma das suas criaturas.
Os pagãos buscam, dessa maneira, compreender "o que está acima" - seus Deuses e os antigos - conhecendo "o que está abaixo" - a Natureza e seus semelhantes. (Adaptação: Wikipédia).
Lembrar dessas coisas é a orientação básica para tornar-se um verdadeiro Pagão. Princípios de como ser justo, leal e gentil, bem como viver com bravura, sabedoria, equilíbrio e em comunhão com todos os seres viventes. Honrando os Deuses, a Natureza e os Ancestrais. Que assim seja!
Rowena Arnehoy Seneween ®