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segunda-feira, 13 de junho de 2016

POESIA CELTA










Resultado de imagem para BOCA VERMELHABoca vermelha,
Sedenta de beijos ardentes
Divina centelha

Além da alma sombria,

Tormento vivido
Na loucura dessa noite fria

O branco pálido da morte,
Grita alto pelas sombras da Lua
E rompe no peito mais forte

Pelos séculos perdidos,
A fúria guardada
De momentos revividos.


Rowena Arnehoy Seneween ®
Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.

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