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segunda-feira, 11 de julho de 2011

soneto do amigo de vinicius de moraes

Soneto do amigo


Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

Um comentário:

Jorge Lima disse...

Parabéns, Paixão da minha vida pelo o seu blog.
Continua assim com estes pensamentos, que um dia se voce não ganhar na mega-sena, pode ganhar dinheiro como escritora.
Desejo toda sorte e saúde, para ti meu amor.
Ass. Jorge