Soneto do amigo
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Um comentário:
Parabéns, Paixão da minha vida pelo o seu blog.
Continua assim com estes pensamentos, que um dia se voce não ganhar na mega-sena, pode ganhar dinheiro como escritora.
Desejo toda sorte e saúde, para ti meu amor.
Ass. Jorge
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